sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Reflexões àcerca de nós em mim




Quero falar de momentos, das histórias que são as nossas. De
todos os que tenho dentro de mim em conflito ,num limbo
povoado de restrições convergentes para ti, fora de mim.
Perpetuar o teu dedo pequenininho no momento em que viras as
costas, para voltar um segundo depois. Parar, ficar ali encostada
à textura daquele botão de dedo na sua fragilidade que me turva
a capacidade de focar, de torná-lo memória. Na minha pele ele
fica, no meu nariz. E a ti te digo: vamos embora, eu vou contigo.
Quem és tu? Outro qualquer bocado de mim, enfiado num qualquer outro recanto da
minha memória.

domingo, 3 de agosto de 2008

Prisão




A prisão como única e última possibilidade
num confronto inicial cheio de máscaras.
E fumar as palavras, fragilizar-me para poder
caminhar levando-te comigo. A ti, bocado de
mim num labirinto da minha memória.

E desfaço-me em pedaços de um puzzle fragmentado.